Ao chegar à escola hoje pela manhã, alguns colegas me abordaram revoltados com o que tinham lido ontem (12), aqui, nesse inocente blog (pra quem não tem o que fazer).
Pouco deu pra escutar o que diziam, a exaltação dos ânimos tornava o assunto impossível. Mas deu pra entender algumas coisas.
- Gustavo, o tal do livro Mano Celo está lhe tornando um cara mais idiota do que você sempre foi. Você, o cara inteligente que é, não deveria perder seu tempo ferindo os outros. – disse uma com os ânimos menos exaltados -.
A confusão foi tão grande que até o Mano Celo, que não tem nada a ver com a história, entrou de gaiato nela.
Mas o ocorrido me fez prestar atenção em dois detalhes proeminentes.
A divulgação do blog informalmente pelos corredores do colégio, foi o primeiro desses detalhes. Eu não imaginava que tantas pessoas ociosas (pra não falar desocupadas) dispensavam alguns momentos de atenção com ele. Nem que fosse apenas pra falar mal.
E o segundo motivo foi que a confusão não foi generalizada, apenas causou um barulho não muito agradável. Mas em números, apenas uma pequena parcela de alunos revoltados fizeram parte do ato. Queria saber o porquê de apenas uma minoria se manifestar? Mas isso não vem ao caso, por enquanto.
Sem mais delongas, vamos ao que interessa de fato.
O poema (ou seja lá o que) de ontem, não passa de uma opinião própria. E como em todas as opiniões há sempre divergências, não estou aqui para fazer delas motivo de discussão. Como todos sabem: “Gosto é igual ao esfíncter anal (vulgo cu), cada um tem o seu”.
- Quero apenas posicionar-me, tirando como base, o que escrevi ontem.
Para aquele que entendeu o fragmento postado integralmente, viu que não foi ofensivo da minha parte falar sobre a realidade em que vivo. Como todos sabem, a verdade, em certas ocasiões, causa um mal estar em algumas pessoas. Mas isso também não vem ao caso.
Aquele que disser que nos dias de hoje, o interesse e o status não interferem nas escolhas de várias pessoas, certamente é um hipócrita, que também faz parte da horda de oportunistas.
Não quero dar uma de moralista, muito menos sentimentalista. Mas, todos aqueles princípios aprendidos por todos nós desde o berço, sobre o casamento, amor e os relacionamentos, estão sendo resumidos à imagem e ao dinheiro. Perdendo assim, sua verdadeira essência.
Talvez isso explique o porquê de seres divinos (opinião própria) como as mulheres, sucumbem cada vez mais ao fator vulgaridade. E o que vemos hoje? Algumas que para uma simples volta de carro fazem de tudo, sem contar naquelas que, utilizando de artimanhas nada ortodoxas, se aproveitam de alguns vetores (ricos, diga-se de passagem), para conseguirem benefícios, que na maioria das vezes são resumidos em camarotes de festas (vide Mano Celo – O Rapper Natalense), onde elas (as cabeças-ocas) pouco se importam qual a banda que está tocando, pois estão, na verdade, mais preocupadas com a roupa das “adversárias”, ou quem aquela rapariga ridícula (elas se tratam assim) está conseguindo “arrochar” do que com outra coisa. Sem contar ainda, as que acham as rainhas idiotas cocada preta.
Há também aquelas, movidas a tanquinhos abdominais e gasolina, que vivem nas academias esperando o próximo babaca (outro cabeça oca playboy) para dar o bote.
Eles, na maioria das vezes, se preocupam tanto com o bíceps, tríceps e derivados, que acabam deixando a desejar em vários outros aspectos mais importantes. Citando esses: Respeito, inteligência, sem contar nas falhas na hora H (provenientes do Winstrol e do Durateston, companheiros inseparáveis dos playmobil).
Não sou a favor do descuido com o corpo, e nunca vou ser. Mas, idolatrá-lo como se não existisse mais nada a se fazer é pura idiotice, exterioridade. Quando isso ocorre, percebemos pessoas alienadas, que não tem outro assunto a tratar (a não ser quanto de peso levantou ontem). Sem contar naquele playboy-mor que mora ao lado da academia, mas faz questão de ir de carro até ela para que as Marias paguem pau pra ele. Se fosse competição de intelecto, ao invés de músculos, ficariam empatados com o de uma ameba.
Alguém, de espírito feminista, pode estar lendo o texto e dizendo: “Só fala bobagem o garoto. Esse provavelmente sofre de algum recalque enrustido (por não usufruir de tantos “benefícios”), e por isso fica aí disparando argumentos ferinos contra nós, mulheres cabeças-ocas”.
O argumento acima não é totalmente descartável. Realmente estou indignado com algumas mulheres. Mas não porque não consigo nada com elas (de algumas eu quero uma distância quilométrica). E ainda assim, se eu tivesse a fim de procurá-las, bastaria balançar a chave do carro (notem o contexto, não generalizem) e…
Minha revolta vai além disso tudo. Reflete em não compreender como os seres divinos (repito, opinião própria) em questão, estão conseguindo violar seus princípios por coisas tão fúteis, e sem nenhum esforço. Tais atitudes transformam pessoas dóceis em nefastas em segundos. Até mais nefastas do que nós, homens.
Não vou dizer que não tenho meu momento oportunista. É claro que tenho. Mas a diferença é que o utilizo com finalidades edificantes. Talvez isso explique o porquê de sempre querer estar perto dos mais velhos e experientes (claro também, que tenho vários amigos da minha idade). Não que eu ache idade um fator fundamental para o relacionamento, mas, os mais experientes jamais chegarão pra mim e dirão: - Cara, você viu aquela gatinha que chegou; Ou então, - Cara, peguei tantas naquela festa de ontem; Ou ainda, - Cara, você deveria malhar para poder fazer sucesso com alguém.
Graças a Deus que ainda existem as exceções. Talvez sejam elas que ainda tornam o mundo um canto legal de se viver. Aquelas que preservam seus princípios e fazem deles virtudes invioláveis. Dessas sim, tenho prazer de fazer parte do círculo de amizade. Pelo simples fato de nunca faltarem com a autenticidade e jamais se deixarão levar por falsas tendências (idiotas, diga-se de passagem), ditadas pelas maiorias.
Agradeço a Deus também, por ter me tirado cedo daquela vida libidinosa, sem regras, mas que não deixava de ser careta (nada mais careta do que andar seguindo os passos de quem nada tem a oferecer). E ainda por cima ter me dado de presente A “Gatation” mais interessante do planeta, e que ainda por cima é linda (algo raro hoje em dia. onde as mulheres bonitas e gostosas tem a beleza diretamente proporcional a falta de inteligência).
Abram os olhos galera. Só espero ter sido útil em alguma coisa.
E para terminar quero apenas dizer algo, pra descarrego de consciência:
- Para aquelas exaltadas do início do post, e para as que ainda irão se exaltar eu quero deixar claro uma coisa…
- Se a carapuça serviu, faça um bom proveito dela.
Gustavo Guedes
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Quarta-feira - 13 - Maio - 09 às 22:08 |
eu amo vc!
(com tod respeito Camilla)
Esse povo q se revolta eu num sei não!
Tá se doendo é pq faz!
Simmm…….
Quem cala concente!
Quarta-feira - 3 - Junho - 09 às 21:48 |
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…
Cara, sou tua fã! Quero ser que nem você quando crescer,
faço das tuas palavras, as minhas palavras!
E viva a essas cabeças ocas de hoje, palmas para elas! \õ/
Beleza passa, caráter fica! Mais a frente, veremos essas
pessoas aê, nem comento como estarão!
E aos que se manifestaram? Ah, ignooora, é tudo inveja,
queria nem dizer!
Abraaaço, Gustavo!
Domingo - 21 - Junho - 09 às 13:25 |
Oi Gugu…
só tenho uma coisa a dizer depois te td:
estou surpresa com vc, não só pelo conteúdo de suas crônicas(inclusive eu concordo plenamente com td q vc falou) mas principalmente por ver q vc escreve tão bem. Acho que é de família
\o
bjus e sucesso!